Advogado de Itu (SP) participa das eleições presidenciais na Argentina

O primeiro turno das eleições na Argentina será realizado no dia 22 de outubro, tendo cinco candidatos na disputa pela presidência: Javier Milei, Patrícia Bullrich, Sérgio Massa, Juan Schiaretti e Myriam Bregman. Segundo pesquisas recentes de intenção de voto, Javier Milei, da coalizão La Libertad Avanza, lidera o cenário, seguido por Sérgio Massa, candidato governista, ministro da Economia.

Nesse contexto, o advogado Dr. Adriano Alves, membro da Conferencia Americana de Organismos Electorales Subnacionales por la Transparencia Electoral (CAOESTE) e coordenador de Comunicação da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), foi indicado por tais instituições, para atuar na missão internacional de observação nas eleições naquele país.

_“A academia reúne as maiores autoridades em direito eleitoral do Brasil, incluindo magistrados, promotores, advogados e professores, desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento da matéria eleitoral. Os membros da ABRADEP participaram ativamente nos trabalhos da reforma eleitoral que recentemente tramitou na Câmara Federal e vem produzindo o que existe de mais atual sobre a matéria”, _explica Dr. Adriano que ainda informa que a CAOESTE é uma entidade que congrega autoridades e servidores de órgãos eleitorais subnacionais, além de especialistas, acadêmicos e representantes de empresas que trabalham com tecnologias eleitorais. “A principal missão da CAOESTE é facilitar o diálogo e a interação entre seus membros para compartilhar experiências e informações sobre práticas eleitorais, incluindo ações para melhorar as condições na agenda de gênero e maior participação de mulheres e diferentes minorias”.

A Missão Internacional na Argentina, organizada pela Transparência Eleitoral, desempenha um papel importante na análise dos processos eleitorais. Seu objetivo é mitigar conflitos, fortalecer a confiança dos atores envolvidos e propor medidas para melhorar a qualidade da democracia. Para Dr. Adriano Alves, a abertura por parte dos órgãos eleitorais à observação eleitoral é uma forma de prestação de contas e um direito fundamental da cidadania, que, quando exercido, fortalece e legitima o processo eleitoral. “Por isso, foi criado o Índice de Observação Eleitoral para a América Latina e o Caribe, como uma metodologia que visa avaliar o estado da observação eleitoral em cada país da região, refletindo uma cooperação internacional e o esforço para garantir eleições transparentes em todo o continente latino-americano”

Redação

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